Após meses de preparação, a juventude da Renovação Carismática Católica do Brasil foi protagonista de uma importante missão no Rio de Janeiro. Cerca de 1800 jovens do Ministério Jovem, levaram o amor de Deus às comunidades cariocas, onde a Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013) não chegou. A Missão Jesus no Litoral (JNL) teve início no dia 15 de julho e se estendeu até o fim da Jornada.
Os missionários foram divididos em oito Quarteis Generais (QG), e cada local ganhou um nome com um padroeiro ou santo que identificasse o ambiente. No QG Nossa Senhora Aparecida, por exemplo, estavam mais de 300 missionários de Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro, no complexo da Penha.
Em todos os QG os dias foram semelhantes. Os “sentinelas da manhã” levantavam e faziam suas orações para entrega do dia em missão ou de serviço a JMJ. Ali, durante a oração, Deus ia suscitando através do Espírito Santo as diretrizes tomada naquele dia. Em seguida, os coordenadores da missão orientavam a saída e os posicionamentos para as evangelizações nas praias, casas e ao redor do QG e a comunidade.
Fortes testemunhos surgiram na missão. Devido às dificuldades encontradas, fizeram com que verdadeiramente vivenciassem a experiência da Palavra de Deus, onde todos partilhavam o que tinham. A evangelização das crianças no lixão, moradores que se sensibilizaram com o trabalho da missão, idosos que davam apoio e carinho depositando esperança nesta juventude, foram exemplos que fortaleceram mais o comprometimento com a causa da missão.
Por onde os missionários passavam erguiam as vozes cantando o hino oficial da missão Jesus no Litoral e lançavam o bordão característico do carismático: Deus ama você, e ama muito! “Nossos
missionários mostraram a unidade que a Igreja pede nos dias de hoje para servir e amar os irmãos, e Deus nos convida ir, além disso,” exortou Rodrigo Santos, coordenador do núcleo diocesano de missões em Santos.
O atual papa nos convidou a viver esta missão, em uma das suas falas durante o evento ele incentiva a Igreja, a sair do comodismo e estar de coração aberto à missão. "Eu quero agito nas dioceses, que vocês saiam às ruas. Eu quero que a Igreja vá para as ruas, eu quero que nós nos defendamos de toda acomodação, imobilidade, clericalismo. Se a Igreja não sai às ruas, se converte em uma ONG. A igreja não pode ser uma ONG,” disse o pontífice.
A missão Jesus no Litoral não acabou. O legado deixado pelos missionários durante a JMJ se estende aos estados, dioceses e paróquias. “A visão foi ampliada, e isso aconteceu comigo e com outros que partilhava. O coração desejoso em levar a boa nova aos irmãos. E os servos do QG Nossa Senhora Aparecida, entenderam que Deus não é homem para mentir e a missão gerou unidade entre nós”, explicou Bárbara Elisa, coordenadora do QG Nossa Senhora Aparecida.
Fonte: http://www.rccjovem.com.br

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